O voou das indefinições temporais de Nilza Menezes


A escritora e poetisa Nilza Menezes está de bem com a vida e, como ela mesma questiona, definir quem ela é, neste momento da vida, é tencionar um condição de seu próprio limite. O lançamento de um de seus livros, “Tambor de Choro: um ritual de despedida e celebração à vida”, no dia 11 último, na Livraria Exclusiva, é uma prova de que as transmutações lhe definem melhor. A obra, produzida na companhia da também professora Marta Valéria, da Universidade Federal de Rondônia, foi a sua última peça lançada de um quebra-cabeça que é a estrada de seu conjunto bibliográfico. Vale conferir este livro, considerando que de Nilza Menezes espera-se sempre um novo lugar para o poético, para a história e para a memória. “Nasci onde nunca mais voltei e migrei muitas vezes, transpondo as fronteiras geográficas e culturais.


A Revista Eletrônica CorrenTza traz uma conversa com a escritora e, sob o ângulo de suas particularidades, está o cenário de sua janela, a ponte sobre as águas do rio Madeira. Ela diz que o mundo é um lugar bom e que muitas vezes é preciso detectar a direção das forças que chegam. Sobre seu próprio ponto de vista, ela diz que não pode se definir e que se tivesse que conceituar o lugar onde vive diria o que está em Sócrates: “eu, cidadão do mundo”. “Eu passei a vida inteira em pleno voou. Eu não tenho como me definir”, ressalta. Confira entrevista completa em vídeo.

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