A dinâmica do espaço habitado e a dimensão do imaginário no recorte fotográfico


O espaço habitado respira a dimensão do imaginário e transpõe a estética do cotidiano, mesmo que às vezes o pulmão do dessa realidade não extravase os limites de um enquadramento fotográfico. Para capturar a dinâmica atemporal, de um sensor imagético, é preciso compor a imagem, em seu recorte, em todos os seus elementos estéticos.


“Limites Profundos”, projeto fotográfico desenvolvido pelo professor Saulo de Sousa (Ifro), compõe com o pitoresco, sem perder a essência dos bons e singulares trabalhos artísticos. Trata-se de um questionamento, investigação poética, como ele mesmo diz, que objeta o cotidiano em sua realidade mais ignorada. “Os limites do espaço e do tempo urbano, suas profundidades e ausências, são os exercícios visuais dessa proposta de reflexão no ambiente social”, explica.


Saulo de Sousa, natural de Rio Branco, Acre, é graduado em Letras, pela Universidade Federal de Rondônia (Unir), e mestre em História e Estudos Culturais, pela mesma instituição. Atualmente é professor do Instituto Federal de Rondônia (Ifro), onde desenvolve o projeto Cidade Fotografada. Também atua como fotógrafo e desenvolve projetos autorais.



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