Asfalto na Amazônia: Reconfiguração social x Impactos potenciais.

Asfalto na Amazônia: A história da "rodovia da esperança".

Conhecer a identidade amazônida ainda é desafio que se impõe aos seus habitantes

A TRAJETÓRIA E O PERCURSO

Poeira no verão e atoleiro no inverno

Inaugurada durante o regime militar, no ano de 1976, a Br-319 compreende 885 km interligando o Estado de Rondônia ao Amazonas. Saindo da capital Porto Velho, são aproximadas 19h no percurso até a chegada à capital do Amazonas, Manaus. Ao longo da rodovia, as principais localidades e cidades: Humaitá, Realidade, Igarapé Caetano, Vila Igapó-Açu e Careiro Castanho.

Distrito de Realidade é um contrassenso às propostas de desenvolvimento

O distrito de Realidade, no meio da selva amazônica, é o maior contrassenso, um disparate que ofusca qualquer significação sistêmica da vida social. O isolamento e abandono são os únicos conceitos que têm verossimilhança com a história de quem vive naquele lugar, situado na altura do km 549 da Br-319, única estrada que faz ligação entre o Estado do Amazonas e Rondônia. 

Lugarejo surge com a estrada

A vila Tupanã Igapó-Açu é um assentamento criado às margens da Br-319 e serve como ponto de apoio para os viajantes. Em 2005, o governo federal anunciou a recuperação da BR-319. As obras começaram em 21 de novembro de 2008, com duas frentes de trabalho partindo dos extremos da rodovia. Assim, surgiram essas comunidades, condenadas ao abandono.

Vila matropolitana de Manaus

O município está situado na região metropolitana de Manaus e conta com população aproximada de 37 mil habitantes, de acordo com IBGE de 2016.

BR-319: o crime premeditado do estado

Famílias que foram parar no meio do nada

Construída na década de 70, como parte do projeto do governo militar que pregava o discurso da integração nacional, a Br-319 alimentou o sonho de muitas famílias que, esperançosas, foram parar no meio do nada. Não durou uma década para que o projeto fosse abandonado e as famílias jogadas à míngua. A luta de hoje é por um restabelecimento da ordem pública.

Os possíveis danos ambientais que a construção da Br-319 poderiam provocar à Amazônia, na época, foram ofuscados pelas promessas de progresso e desenvolvimento do País através da interligação da região Norte às demais do território nacional. Mesmo assim, os primeiros problemas surgiram logo. Desmatamento, com a extração ilegal de madeira, e outros desajustes também se somaram.

De rodovia do futuro à estrada da destruição

A destruição da camada asfáltica da Br-319, segundo opinião dos próprios especialistas que atualmente atuam no local, pode ter sido executada sob encomenda. Há relatos de moradores das comunidades que vivem à margem da rodovia que dão conta que homens contratados explodiram trechos da estrada e também as pontes. O caso nunca foi levado à investigação por parte das autoridades.

O asfalto que não vingou na floresta

Br-319, o caminho da esperança: Reportagem produzida pela TV Amazonas

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